sábado, 2 de março de 2013

Natural, Chico!



Lindo DVD, lindas conções com a interpretação do Chiquinho / Chico Buarque. Poesias musicadas, grandes músicos reunidos como quem toca na sala de casa, natural e significativo.

Repertório:

1. O Velho Francisco
2. De volta ao samba
3. Desalento
4. Injuriado
5. Querido Diário
6. Rubato
7. Choro Bandido
8. Essa Pequena
9. Tipo um baião
10. Se eu soubesse
11. Sem você nº 2
12. Bastidores
13. Todo o sentimento
14. O meu amor
15. Teresinha
16. Ana de Amsterdam
17. Anos Dourados
18. Sob Medida
19. Nina
20. Valsa Brasileira
21. Geni e o Zepelim
22. Sou Eu
23. Tereza da Praia
24. A violeira
25. Baioque
26. Rap de Cálice
27. Sinhá
28. Barafunda
29. Futuros Amantes
30. Na carreira






Significado de Resposta


Ato ou efeito de responder.
Palavras ou gestos com que se responde a uma pergunta.
Solução de questão.
Carta com que se responde a outra carta.
Réplica.
Golpe com que se retruca a um adversário.
Estouro de foguete.
Psicologia experimental. Sinônimo de reação.
Direito de resposta, direito que tem uma pessoa de fazer aparecer sua contestação a artigo que a atinja, no mesmo lugar em que este foi publicado.

 

Sinônimos de Resposta

Sinônimo de resposta: refutação, revide, réplica, trepar e troco

 

Definição de Resposta

Classe gramatical de resposta: Substantivo feminino
Separação das sílabas de resposta: res-pos-ta








Me (re)conhece?


Se me viu fazer as coisas das quais eu mais gosto, me conhece.
Se viu todos os meus tipos de sorrisos, do mais escancarado ao mais tímido, me conhece
Se me viu fazer caretas, acordar de mau (bom) humor, rir com as irmãs, beijar a testa dos pais ou reclamar com o dog como uma felícia, me conhece.
Se um dia eu cozinhei para você, se descobriu meu tempero, se cantei perto e desafinada, me conhece.
Se me viu confusa como qualquer mortal, porém sempre questionadora, se me ouviu falar de arte, se me ouviu destrinchar a nossa política e falar de ideais sociais, sim, me conhece.
Das loucuras filosóficas às mais simplórias, sim, você me conhece.
Sem desprezar os momentos em que eu te envergonhei, irritei, ou magoei por amar, querer proteger, ou achar que sabia demais em um momento descuidado da vida.
Viver é mais erro que acerto. Negar é também afirmar pela incerteza. Recuso-me então a dizer o que te faz equilibrar, te faz organizar ou fará feliz uma vez que também eu posso não saber quem de fato ainda é você.









 

sexta-feira, 1 de março de 2013

Bang Contemporâneo




O Bang Contemporâneo é um blog de atualidades que trará textos, fotografias, vídeos, ilustrações, músicas, poemas, opiniões e algumas outras formas de expressões como relatos do nosso tempo.

Contadores de histórias, relatores da contemporaneidade, vistos de dentro, movimentando discussões e expondo olhares críticos dentro de suas experiências e estudos.

Da produção Cultural às manifestações políticas, sociais e econômicas, antropológicas, e filosóficas. O Bang Contemporâneo é apenas a expressão do entendimento pela análise das "coisas".
Como colaboradores: Artistas, Professores (Mestres), Psicólogos, Produtores Culturais, Filósofos/ Estudiosos, Designers, Fotógrafos, Músicos... Com abertura para participantes e curiosos com seus olhares pertinentes e reflexivos. É só chegar!

Avante. Bang Contemporâneo!

domingo, 12 de agosto de 2012

Poesia não tem nome


Enquanto pedra
Enquanto pedra que brota flor
De candura inigualável e rigidez necessária
Se posta como rocha
Seu despetalar proposital e escolhido

E gosto, gosto quem derrama a própria conduta se desfazendo a rigidez proposital de defesa de sua opinião e jeito intangível de ser para que por fim a mão se abra e ao outro se assista. O que parece ou quem parece frio no ato de ser plenamente a si, guarda calor, fogo, guarda o que de melhor se possa esconder para que, por fim, possa-se ofertar.

Encanta-me que faz dos próprios auriculares um portal do conhecimento e que em uma ocasião oportuna profere as palavras especifica e detalhadamente escolhidas como setas indo para o alvo correspondente. Qualidade de poucos, poesia para muitos!

Pequena morena, sensualmente forte e também frágil (aparentemente).
Matem a irmandade generosamente por saber, não que precisa, mas que, precisamos de seu encantamento profundo e tórrido.

Orgulho-me de sua sapiência ainda que recém estrelado e não menos valoroso que o mais veterano dos saberes.

Orgulho-me do seu dedilhar nas boas canções solares, nas morenices encantadoras de ser um sol, nas jogadas d’água como quem lava’lma, lava-se por inteiro...

Não por ser portadora de sujeira crônica de si, e sim por intolerância de micro impetidores da fluidez da vida.

A quem nunca sai de mim por ser parte, por ser franco, por ser tão, e de tão ser se faz mais, melhor, se é...

Meu pequeno sol
Meu pequeno grão
Meu grandioso Mar de boas possibilidades.




À J.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

IGUALITÁRIOS


Somos simples como um abrir de olhos e tão complexos quanto o mecanismo que proporciona todo esse movimento. 

O mini documentário é o início de uma longa expedição que resultará em um documentário de reforço e complemento de um trabalho que, ainda está em processo de maturação. A intenção é de mostrar sobre o olhar de cada um, sem determinações físicas, psíquicas, sociais, religiosas, econômicas, gêneros ou qualquer aspecto determinantemente excludente dos diversos aspectos que reforçam nossas igualdades. 

Colher esse material é mais que mostrar as falas de pessoas diferentes, é atestar por essas mesmas diferenças a igualdade entre todas elas, entre todos nós e em cada experiência de vida, cada história e ponto de vista uma nova prova de como nos identificamos com as pessoas e nos repelimos em situações ou gestos e por isso mesmo a comprovação de uma igualdade inerente a todo ser humano. Nossas ações pepetitivas. Para cada depoimento, cada história, um novo igualitário. Uma peça individualmente construída com destaque para a forma como cada uma surge e se mantém em suas formas iguais nos formatos amplos e específicos no formato particular. 

QUER SBER MAIS? AQUI!




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Releitura...




Escrever sempre foi para mim como uma forma de aprisionar meus pensamentos, idéias, sonhos e isso sempre me causou medo. Medo de reler e ver que tudo muda, e que, nada é como o que pensávamos como o que eu pensava...
“Crescer dói.” Essa é uma frase que complementa esse medo, o medo que não era de ler e sim de reler, sem perceber que reler também é reescrever, é uma nova oportunidade de rever tudo por outro ângulo e com outra mentalidade. Ainda que tenha sido bom, ou mesmo que tenha sido ruim, ainda que crescer doa, ou que seja proveitoso em suas instâncias.
Relendo, Revendo, Reescrevendo...






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